segunda-feira, 4 de novembro de 2019

AS COISAS QUE ALGUNS DEPUTADOS NÃO SABEM



Não sei quem escreveu o texto, mas quer-me parecer que quem votou na dita deve estar a pensar que dar tiros nos pés não faz bem à saúde...mental!



A Joacine diz que é radical e luta contra as elites e as desigualdades e blá blá blá...
O que a mim me parece é que a Joacine não sabe que vivemos num país onde uma ministra em plenas funções, esteve grávida, pariu o quarto filho, gozou de metade da sua licença, por opção, não descurou as suas responsabilidades, conjugou a sua vida pessoal, profissional e familiar e não fez de nada disto bandeirinha.
O que a Joacine não sabe é que vivemos num país onde muitas mulheres se sentam no parlamento há muitos anos e não estão lá só por serem mulheres.
O que a Joacine não sabe é que vivemos num país onde uma ministra da justiça é negra e não está lá só porque é negra.
O que a Joacine não sabe é que vivemos num país onde o primeiro ministro é de ascendência goesa e que ninguém votou nele por causa da sua cor.
O que a Joacine não sabe é que vivemos num país, onde um partido conservador já integrou um negro, um deputado de ascendência indiana, um deputado de ascendência chinesa, uma bancada parlamentar com uma maioria feminina, uma líder mulher e uns quantos homossexuais e que nunca fizeram disso cartazes, nem parangonas.
O que a Joacine não sabe, ou prefere ignorar é que mais do que um partido desta democracia é liderado por mulheres, que afinal são apenas pessoas competentes e capazes disso mesmo.
O que a Joacine não sabe (ou já esqueceu) é que vivemos num país que já teve uma primeira ministra.
O que a Joacine não sabe é que vivemos num país que já teve uma presidente da Assembleia da República, mulher e lésbica e ninguém, nem ela própria, enalteceu nada disto, por não ser sequer assunto, nem ser da nossa conta.
O que a Joacine não sabe é que vivemos num país que tem deputados e ministros e secretários de Estado homossexuais, que sabem que isso não faz parte do seu CV.
E o que eu quero mesmo é que continuemos a viver num país onde nada disto é bandeirola e a verdadeira importância e o verdadeiro destaque se dêem às competências.
Essa, para mim, é a verdadeira igualdade!
A Joacine que se deixe de merdas e que diga ao que vem, se é que vem a alguma coisa mais, para além de ódios, instabilidades, carimbos, rótulos e vacuidades de "identity politics".

terça-feira, 18 de junho de 2019

Móce, vai-te Catar!


Diz o Roto ao Nu


Está aqui está a acabar-se a munição, com tanto tiro de uns para os outros. Cada um diz que fala verdade, cada um diz que o outro mente. Entretanto continuam a voar milhões para tapar os buracos que estes cavalheiros condecorados cavaram, e nós -Paga, Zé!

domingo, 16 de junho de 2019

Velhos espaços, Novos jardins

Estive para aqui a arrumar esta casa que já estava fechada há mais de quatro anos. Estou a dar-lhe outro ar, não a pôr cortinas novas que disso não percebo um boi, mas a pintar a fachada, mudar a caixa do correio e a tirar o verdete da açoteia. Claro que não vai ficar como as novas casas da Barreta, com aqueles lindos mirantes com caninhas à moda grega ou com piscinas  entaladas entre os pangaios e as escadas para os ditos mirantes. Não vai ficar very typical não senhor, vai ficar mesmo à olhanense.
Por falar em arrumações, o resto de Olhão que fica longe da parte junto à Ria também está a ser arrumado. Falo dos novos jardins que estão a nascer nos bairros que ocupam a Horta do Pádua. Sim senhor. Já mereciam, os moradores e o ambiente. Jardins com relva, árvores e fontes fazem falta em qualquer lado, porque a qualidade de vida não se pode medir só pela quantidade de casas e lojas. 

E por falar em faltas, também já caía bem um lugarzito ou outro onde os velhotes se pudessem sentar para jogar uma partida de qualquer dominó ou cartas. Outras cidades têm e a nossa também podia ter, já que também tem umas sombrinhas coloridas na Rua das Lojas, como tantas outras cidades têm. 

A nova Avenida 5 de outubro

Vai de vento em popa a requalificação da avenida ribeirinha. Mas deixo aqui uma nota: foi avaliada a questão da segurança com esses banquinhos todos pipis implantados no lancil que não se distingue da estrada? É que qualquer criança gosta de andar à volta de um qualquer banco que encontre na rua. Mas isto sou eu a dizer.

Ser Olhanense

Mais coisa menos coisa, com umas mesmo no ponto e outras nem por isso. Mas no geral, o perfil do olhanense é mesmo assim:

- É prometer porrada ao drogado à segunda vez que te pedir uma moeda.
- É insultar o poder autárquico sem argumentos mas carregadinho de razão. No entanto é votar no partido da manita nem que estejas a votar para escolher o delegado de turma.
- É não comer peixe à segunda-feira.
- É saber falar estrangeiro com as mãos para explicar ao camon como é que se vê que o peixe é fresco.
- É frequentar um café onde trabalhe uma ucraniana de mamas grandes.
- É dizer que qualquer gajo da terra que conduza um BMW ou um Mercedes está carregado de pastel e que dinheiro vem da droga.
- É ter uma prima boa que só vem cá no Verão.
- É ter quase apanhado diabetes de tanto gelado de groselha que se chupou na infância.
- É ter como ponto assente que a sexta à tarde já faz parte do fim‑de‑semana.
- É ir ver o artista à borla no dia do município mas falar mal daquilo tudo e dizer que com o dinheiro que se gastou fazia-se uma vivenda grande.
- É saber que corremos com os franceses, que lhes insultamos as mães e que no dia a seguir cortámos o cabelo aos moços de Faro.
- É pegar num barco, ir avisar o rei ao Brasil e regressar com uma brasileira pela mão.
- É nem passar cartão quando se ouve falar do folar daqui e do folar dali.
- É saber distinguir um búzio de uma canilha.
- É nem parar o carro se te aparecer um gajo estendido no meio da estrada. É sempre o Veríssimo a fazer fita.
- É saber adivinhar o tempo só de olhar pró joelho.
- É saber soltar um "fazia-te um pijaminha de cuspe" com a confiança de um atrasado.
- É meter três euros de gasóleo e deixar 3/4 carros os na fila à espera enquanto bebes café na bomba.
- É ter um cão chamado Pantufa, Fofinho ou Becas. 


Lido numa rede social

domingo, 13 de dezembro de 2015

Um Hino?

Então querem fazer um novo hino para a nossa cidade? 8 mil euros? Não deve ser um hino, deve ser uma ópera...
Ao principio fiquei baralhado, mas depois percebi. É um hino, sim senhor. Um hino à estagnação em que a nossa terra caiu pelo desaparecimento do comércio local, pela falta de diversificação de equipamentos de saúde e apoio social,  enfim,  pela falta de consideração pelos olhanenses colocando-os atrás dos turistas. 
Querem-nos dar música... e nós vamo-nos deixando embalar. 
Ah! Já agora, esse hino é para se ouvir de pé ou sentado?

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Modernizar a qualquer preço?

 



Encontrei este texto por aí e acho que diz bem das consequências impensadas do que se quer fazer para a nossa terra: 

A mim, não me surpreenderá e a ti surpreender-te-á ?
Temo seriamente, que à força de tanta modernização das zonas ribeirinhas de Olhão, de tanta ansiedade em deixar obra feita para uma glória futura, dando luz verde a tanta construção sem precaver os reais impactos negativos nos ecossistemas, não sejamos, num futuro próximo, surpreendidos com mutações genéticas nas espécies aquáticas! Não ficarei surpreendido, caso esta política de investimentos pouco católicos não for refreada pelo bom senso, que um destes dias, numa pescaria na Ria Formosa, apanhar, pescando ao fundo e com rabeira, um peixe-porco a grunhir ou um peixe-galo em forma de garrafa de azeite ou uma chaputa maquilhada e em lingerie de lua de mel ou um robalo com brincos nas barbatanas fumando uma charrada ou até um peixe espada com turbante de faquir muçulmano! Temo seriamente que a megalomania do autarca não acabe, para mal dos nossos descendentes, transformando a Ria numa enorme cloaca!

sábado, 8 de novembro de 2014

Sair o tiro pela culatra

"A comunidade estrangeira residente em Olhão vai unir-se para tentar travar algumas das medidas previstas na proposta de revisão do Plano Diretor Municipal daquele concelho, nomeadamente intervenções de regeneração urbana na baixa da cidade.
Amanhã, sábado, às 18 horas, haverá um plenário aberto ao público, na Sociedade Recreativa Olhanense (Velha), de onde os organizadores contam que saia uma petição pública, que será entregue na Câmara de Olhão, no âmbito do processo de Discussão pública da proposta de revisão do PDM, em curso até 10 de dezembro." Ver aqui

Milhões para destruir, para descaracterizar. Alguém haveria de se picar...

sábado, 11 de outubro de 2014

Apitó Combóio

Mas andam outra vez a brincar com isto?

Então em 4 anos não apresentaram qualquer solução e agora vêm fazer o papel de virgens ofendidas?
Claro que estou a falar da passagem desnivelada. 
Vamos lá ver se a gente se entende:
A estrutura que lá está foi da responsabilidade da câmara. O túnel não foi bem concebido, convenhamos. Problemas de escoamento de águas pluviais, escadas de acesso num só lado, acentuado ângulo de ligação do cruzamento do Palácio da Justiça à Praça de Agadir. Enfim, falta de visão. Os peões escolheram a via mais cómoda - passar por cima. Não houve acidentes porque não calhou.
Há 4 anos, e enquadrado no plano de modernização e segurança da Refer, foi apresentado à autarquia um conjunto de alternativas face ao inevitável encerramento da passagem sobre a linha junto à estação.
Nenhuma resposta foi dada pela edilidade, e a legislação em vigor previa,  porque na sua perspectiva não se punha qualquer questão de falta de segurança no atravessamento dos peões. 
Agora, em entrevistas mal amanhadas às televisões que apareceram a cobrir o ajuntamento de uns quantos olhanenses, fala-se de surpresas, injustiças, vontade do povo e outras coisas difíceis de entender. E o mais grave - dá-se o aval à destruição da obra feita, numa qualquer hora da madrugada. É de bradar aos céus! Então agora é melhor assim? Sem condições rigorosamente nenhumas para ninguém? Agora é que se apresentam umas corriqueiras propostas, sem análises, estudos ou documentos?
A culpa foi atirada para cima de alguém  e não foram assumidas as responsabilidades por quem de direito.
Continua a tapar-se o sol com a peneira e a deitar-se areia para os olhos do povo mal informado.

domingo, 24 de agosto de 2014

À Moda de Olhão

Como parece que aquele miúdo do Expresso anda com um bocado de azia por causa dos Algarvios, aqui vai uma ementa bem Olhanense (tirada da net):

Tás almariáde marafáde?
Mássisse na vábêm
Cómun pratínhe de xarêm
E sem fazeres penhôr
Come á sebremeza
Fruta do Nossenhor
E pa más alguns retóques
Enfia uma duiza dálmecóques
Ma na sejas tôle
Na xequeças uns Brenhóles
Ô atão um Bartôle
Nem chequecendese os charingues
E uma duiza de carcanhóles
E em seguida uns xarrinhes pipíses
Móh e umas bájas cônfráde
Nate farão mal a tí.
má se fecáres fête duma redilha
Provas uma Empanadilha
È a truta que na é pêxe
E julgue que fecarás cô Pandulhe tôde fete dun fêxe.
Em seguida un béle cangrejão
Ô uns béles caracós
Temprades de Limão
Fréges uns béles alcabrózes

Ô guizas laguêrão
Se na guestárez dabróita
Come cinque mérrés dalcagóitas
E uns dátales ô maraguetão
E fecarás que nem o Cura
Ó depôs da precissão

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Ai não ligam?

Este poste é dedicado aos 73,82% que foram ver as rotas das lendas e chegaram já o estaminé tinha fechado.


segunda-feira, 18 de março de 2013

Oportunidades (velhas)

Afinal o nosso país é uma terra de oportunidades e nós, burros à quinta casa, não percebemos isso!
Quando o desemprego começou a ganhar expressão, o nosso Primeiro teve o cuidado de acalmar os espíritos mais inquietos e dizer: vejam lá que isto é uma boa oportunidade para mudar de ramo, de vida, de terra...

Agora volta a repetir

Função Pública

Passos: "Rescisões devem ser vistas como uma oportunidade"


Estou em crer que o Primeiro também quer que lhe deem a oportunidade de... deixar de sê-lo.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Só pérolas...







Depois dos "troikanos encantados", temos agora este "Ulrico" para quem o mundo só deve ter dois patamares: os sem-abrigo e os "ulricos". Estes têm a massa, se não têm desviam de um qualquer lado, põem e dispõem da economia dos paises, vivem sem limites ou cortes, têm reformas quase à saída da universidade. O resto do maralhal é sem-abrigo: não têm nada de seu, ou se já tiveram perderam, todo o seu contributo é para alimentar e manter a vida desses príncipes e são especialistas em aguentar, de preferência de bico calado.
Aguenta, Zé! Eles decretam que tu podes aguentar e tu... calas-te que nem um rato e entregas-lhes de mão beijada a razão que eles não têm!!!
Continua assim, Zé, que qualquer dia nem as pedras da calçada tens para te deitares...

 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Encantos e Desencantos



O ministro das Finanças disse também que a troika está “encantada” com o processo de privatizações que está em curso em Portugal, que Gaspar considera ser “uma bandeira” do ajustamento português.


Pois nós andamos mais que desencantados com o desemprego, com a fome, com a falta de dinheiro para medicamentos, com os cortes dos ordenados, pensões e abonos, com a corrupção, com os buracos do BPN e afins... enfim!


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Boas Festas


Se considero o triste abatimento
Em que me faz jazer minha desgraça,
A desesperação me despedaça,
No mesmo instante, o frágil sofrimento.


Mas súbito me diz o pensamento,
Para aplacar-me a dor que me traspassa,
Que Este que trouxe ao mundo a Lei da Graça,
Teve num vil presepe o nascimento.


Vejo na palha o Redentor chorando,
Ao lado a Mãe, prostrados os pastores,
A milagrosa estrela os reis guiando.


Vejo-O morrer depois, ó pecadores,
Por nós, e fecho os olhos, adorando
Os castigos do Céu como favores.


Bocage

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cada vez mais xarengadzes

Hoje li isto no blogue de uma amiga. E se já andava preocupado com este rumo que nos está a atirar para o abismo do desemprego, da fome, do corte das reformas, dos cortes na saúde, do corte dos medicamentos nas doenças crónicas e degenerativas, fiquei pior, muito pior!

Já não sei o que é a Ética

A minha avó costumava dizer que "A consciência é verde, veio um burro e comeu-a".
Certamente que a Ética tem a mesma cor.
Por definição, a Ética ocupa-se da conduta humana do ponto de vista do Bem e do Mal. Daí não ter percebido logo à primeira esta notícia:

No seguimento da leitura e para tentar perceber  se o título condizia com o corpo da notícia, deparo-me com esta declaração:
 Miguel Oliveira da Silva afirmou que "não só é legítimo como, mais do que isso, desejável" porque "vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo».
 Vindo de alguém que preside ao um Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), estas palavras são ofensivas à dignidade humana. Se um tal Conselho aceita como natural que nem todos tenham acesso ao mesmo tipo de cuidados de saúde, porque mais dois meses ou menos dois meses de vida é igual,  apetece-me dizer que  quando um dos seus membros ou familiares tiver algum problema semelhante, não vale a pena gastar dinheiro ao estado nem diminuir as suas heranças em clínicas particulares, basta dirigir-se ao penhasco mais próximo!
Estas são letras de grande descontentamto. É demasiado orwelliano para ser a sério! Quantos milhares gastos em campanhas de Todos diferentes, todos iguais, Oportunidades iguais para todos, e agora , de repente, em nome de uma economia que borrou a pintura, debitam-se frases destas. É assustador!
Também a minha avó já dizia: "Muito tens, muito vales, nada tens, nada vales".

 
Ou isto leva uma grande volta ou qualquer dia não há cá ninguém para contar a história!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Observações

da net

Má que raie anda esta gente a observar?

E isto não serão gorduras a mais? Não era já tempo de se fazer uma DIETA rigorosa?

A lista é longa e foi tirada DAQUI

Observatório do medicamento e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório da vida nas escolas
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório das famílias e das políticas de família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório(s) do turismo 
Observatório para a igualdade de oportunidades 
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório(s) de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente das escolas (acrescentado à lista original)
Observatório permanente da justiça 
Observatório estatístico de Oeiras
Observatório da criação de empresas 

Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português
Observatório de segurança [criminalidade organizada e terrorismo]
Observatório da segurança humana (acrescentado à lista original)
Observatório do desenvolvimento do Alentejo
Observatório de cheias
Observatório de secas (acrescentado à lista original)
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas [e das importações agro-alimentares]
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações
Observatório da natureza  

Observatório qualidade
Observatório da literatura e da literacia
Observatório da inteligência económica
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
Observatório permanente das organizações escolares
Observatório médico
Observatório solar e heliosférico
Observatório do sistema de aviação civil
Observatório da cidadania
Observatório da segurança nas profissões
Observatório da comunicação local
Observatório jornalismo electrónico e multimédia
Observatório urbano do eixo atlântico
Observatório robótico
Observatório permanente da segurança do Porto
Observatório do fogo
Observatório da comunicação (Obercom)
Observatório da qualidade do ar
Observatório do centro de pensamento de política internacional
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais
Observatório europeu das PME
Observatório da restauração
Observatório de Timor Leste 

Observatório de reumatologia 
Observatório da censura
Observatório do design
Observatório da economia mundial
Observatório do mercado de arroz
Observatório da DGV
Observatório de neologismos do português europeu
Observatório para a educação sexual
Observatório para a reabilitação urbana
Observatório para a gestão de áreas protegidas
Observatório europeu da sismologia
Observatório nacional das doenças reumáticas
Observatório da caça
Observatório da habitação
Observatório do emprego em portugal
Observatório Alzheimer
Observatório magnético de Coimbra

Observatório sobre crises e alternativas
Observatório do risco
Observatório para a política da diversidade cultural e religiosa na europa do sul
Observatório sobre género e violência armada
Observatório das políticas de educação e formação
Observatórios sortidos na área da saúde  -
lidos em http://www.portaldasaude.pt/portal/servicos/pesquisa/resultados?q=observat%C3%B3rio